Programa da Campanha

Fique a conhecer propostas concretas e exemplificativas do espírito inovador, irreverente e lutador do Juntos por Lisboa

1. Orçamento Participativo

Os Lisboetas querem participar activamente na gestão da sua cidade, por isso se envolvem tanto no Orçamento Participativo, fazendo com que as decisões do que fazer em Lisboa, as suas prioridades e apostas sejam também uma escolha directa de quem cá vive. Contudo, a casta política dominante, uns dias chora a falta de participação cidadã, outros dias retira as ferramentas para essa justa participação. Assim, é urgente aumentar o Orçamento Participativo dos míseros 0,5% em que se encontra para, pelo menos, 15%, reforçando a capacidade decisória da população alfacinha e aumentando a voz cidadã.


2. Queremos Wi-Fi gratuito em toda a cidade

Internet não é um luxo, é uma luz que nos coloca o mundo à distância de um toque. Se algumas entidades privadas e públicas já o disponibilizam porque não ter livre acesso ao Wi-Fi na cidade toda? Lisboa sempre foi aberta ao mundo, agora deve inovar.


3. Mais habitação acessível

A Câmara é o maior proprietário de Lisboa e deve, por isso,  combater a especulação desenfreada com o imobiliário, umas vezes reabilitando edifícios seus, exercendo o seu direito de preferência noutros e garantindo que em todas as freguesia (mesmo no casco histórico) existem fogos com rendas acessíveis para jovens, famílias e idosos.


4. Mobilidade sustentável

É urgente baixar os preços dos transportes públicos (não é possível que seja mais barato andar de carro) e melhorar (em muito) o que já existe, seja na carris, seja no metro. Antes de serem projectadas novas linhas é necessário garantir que os lisboetas não têm que esperar longos tempos pelo seu transporte, que não ficam apeados nas plataformas porque as carruagens vão cheias ou que não podem utilizar porque têm a  cargo crianças ou pessoas com mobilidade reduzida e poucas estações são amigas desses cidadãos. Depois de dar condições ao que há e confiança ao utente, toca a pensar em alargar a rede, no caso do metro sobretudo para o lado ocidental da cidade. E nunca esquecer que são necessários mais transportes públicos na A5 e de Loures, por exemplo, para baixar o volume de 400 mil carros que entram na cidade diariamente.

 

5. EMEL e não É-FEL.

O estacionamento dentro da cidade é pouco e caríssimo. Há pessoas que desistem de viver em Lisboa porque quando chegam a sua casa à noite, depois de um dia de trabalho, com crianças ou compras, não encontram onde colocar o carro. A EMEL que devia, sobretudo, ter uma função reguladora, é persecutória. Aliás, este executivo camarário de Fernando Medina transformou a EMEL num monstro de terror. É necessário aumentar generosamente os lugares para residentes (e garantir vigilância do cumprimento); aumentar o número de lugares de estacionamento (sim, menos carros mas não diabolização dos carros); garantir que os lisboetas têm algumas horas diárias de estacionamento gratuito dentro da cidade.


6. Transparência na Câmara Municipal 

No século XXI e com a disponibilidade que existe de meios, exige-se que todas as atividades da Câmara e respectivos orçamentos sejam publicitadas e justificadas on-line, de foram acessível e com um interface amigo do utilizador.


7. App GeoLX

Propomos uma aplicação para smartphones que permita ao cidadão a reportar todos os problemas que encontra, bem como manifestar-se com o que não concorda na cidade e apresentar as suas propostas. Esta espécie de olho do cidadão, vai nos tornar mais ativos e participativos.


8. Queremos o “Cartão Alfacinha”

Devemos ter um cartão que dê benefícios e isenções em serviços públicos e privados, exclusivo para residentes em Lisboa e que lhes confira discriminação positiva.


9. Capital do Cinema

A mistura das muitas culturas que hoje coabitem em Lisboa, transformaram a cidade num local cosmopolita. Precisamos aproveitar tanta riqueza. Promover Lisboa e os Lisboetas só é possível com projetos culturais, com incentivos, coordenação de atividades e locais de industrias criativas. Considerando o dinamismo do cinema português, dentro e fora do nosso território, as paisagens únicas e diversificadas do país, os nossos monumentos, que tal fazer der Lisboa uma Capital Europeia do Cinema?


10. Plano Turístico

Tranquilidade, segurança e bom acolhimento fizeram chegar até nós milhares de cidadãos  de outros países. É uma benção económica mas não pode servir para a especulação com o imobiliário nem para expulsar os residentes. Temos que ser nós a determinar que tipo de turismo queremos (que poder de compra, com que interesses, procurando que actividades). É por isso urgente que a Câmara estabeleça um plano turístico- procurando desconcentrar as visitas de 3 ou 4 freguesias; articulando-se com concelhos limítrofes e mesmo com os promotores.



11. Voz e espaço às Sociedade Recreativas

São muitas e já as há com mais de 150 anos. Mas quem as conhece e acarinha? Poucos sabem a sua história. As sociedades recreativas devem ser protegidas pela CML por serem um património com valor histórico, cultural e mesmo turístico/económico.  



12. Limpeza e Higiene Urbanas

É urgente melhorar a limpeza da cidade e propomos que a recolha de lixo seja diária (de segunda a domingo), reforçando-se igualmente as equipas de lavagem das ruas. Ter uma cidade limpa é uma exigência básica !